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Psicóloga Vivian Louzada Frossard


Para aqueles que buscam meu apoio como psicóloga clínica e psicoterapeuta Lacaniana, quero começar dizendo que compreendo profundamente a complexidade das emoções que envolvem a perda e o luto. Essa jornada de enfrentar a ausência de um ente querido ou de algo significativo em nossas vidas é, sem dúvida, uma das experiências mais difíceis que enfrentamos como seres humanos. No entanto, quero enfatizar que a Psicoterapia Lacaniana oferece um espaço único e poderoso para processar o luto e encontrar maneiras de seguir em frente.

A perda pode assumir muitas formas – a morte de um ente querido, o término de um relacionamento significativo, a perda de um emprego ou até mesmo a partida de um amigo próximo. Independentemente da forma que assume, a experiência de luto é uma montanha-russa de emoções, variando de tristeza profunda, raiva, negação e até mesmo culpa.

**Aqui estão algumas maneiras pelas quais a Psicoterapia Lacaniana pode ser um farol de luz na escuridão do luto:**

1. **Espaço para Expressão:** A Psicoterapia oferece um espaço seguro e confidencial para expressar todas as emoções relacionadas à perda. Não há julgamentos aqui; é um espaço onde você pode ser você mesmo.

2. **Compreensão Profunda:** Juntos, exploramos as complexidades do seu luto. Isso inclui a investigação das relações e dos vínculos que foram perdidos e o significado que eles tinham em sua vida.

3. **Aceitação e Adaptação:** O luto é uma jornada de aceitação e adaptação. Através da Psicoterapia Lacaniana, você pode encontrar maneiras de honrar o que foi perdido e aprender a viver uma vida significativa apesar da ausência.

4. **Reconstrução de Identidade:** O luto muitas vezes desafia nossa compreensão de quem somos e como nos encaixamos no mundo. A Psicoterapia pode ajudar na reconstrução da identidade e na busca de um novo equilíbrio emocional.

5. **Ferramentas para o Futuro:** Através do processo terapêutico, você desenvolve ferramentas emocionais e estratégias de enfrentamento para lidar com o luto ao longo do tempo. Isso inclui reconhecer os momentos de dor e encontrar maneiras de lidar com eles.

Lembrando que o luto é um processo altamente individual e não há um caminho “certo” para percorrê-lo. No entanto, a Psicoterapia Lacaniana pode ser uma bússola confiável que o orienta durante essa jornada desafiadora. Você não está sozinho nisso, e há esperança para um futuro onde a lembrança daqueles que perdemos se torna uma fonte de força e gratidão.

Para aqueles que estão enfrentando doenças crônicas, deficiências ou condições terminais, sei que essa jornada pode ser esmagadora em todos os sentidos. Como psicóloga clínica e psicoterapeuta Lacaniana, desejo destacar como o apoio de um Psicólogo Clínico pode fazer uma diferença significativa ao enfrentar esses desafios de saúde.

Lidar com problemas de saúde que afetam nossa qualidade de vida é uma experiência que pode abalar nossos alicerces emocionais. O medo, a incerteza e a ansiedade frequentemente surgem, além do impacto físico que essas condições podem ter. É aí que a Psicoterapia entra em cena.

**Aqui estão algumas maneiras pelas quais um Psicólogo Clínico pode ser um aliado vital nessa jornada:**

1. **Apoio Emocional:** Apenas saber que alguém está lá para ouvir e compreender suas preocupações e medos pode ser imensamente reconfortante. Um Psicólogo Clínico oferece apoio emocional genuíno.

2. **Desenvolvimento de Estratégias de Enfrentamento:** Juntos, trabalhamos no desenvolvimento de estratégias de enfrentamento específicas para a sua situação. Isso inclui maneiras de lidar com o estresse, a dor e a incerteza que muitas vezes acompanham problemas de saúde.

3. **Melhoria da Qualidade de Vida:** A Psicoterapia não apenas ajuda a lidar com os aspectos emocionais, mas também pode melhorar a qualidade de vida. Isso envolve o desenvolvimento de estratégias para manter relacionamentos saudáveis, tomar decisões informadas sobre o tratamento e manter uma perspectiva positiva.

4. **Aceitação e Adaptação:** A jornada de aceitação de uma condição de saúde pode ser desafiadora. A Psicoterapia oferece um espaço para explorar esses sentimentos e encontrar maneiras de se adaptar à nova realidade.

5. **Suporte para a Família:** Não apenas os pacientes, mas suas famílias também enfrentam desafios emocionais significativos. A Psicoterapia pode ser um recurso valioso para toda a família, ajudando a fortalecer os laços e melhorar a compreensão mútua.

Enfrentar problemas de saúde é uma batalha que exige força e resiliência. Saiba que não é preciso enfrentar essa jornada sozinho. A Psicoterapia é uma parceria que pode fornecer o apoio emocional e as ferramentas necessárias para enfrentar esses desafios de maneira adaptativa e construtiva. Seja qual for a sua situação, você merece apoio e cuidado.

Àqueles que estão considerando buscar ajuda, quero começar dizendo que reconhecer a necessidade de apoio emocional é um ato de incrível coragem e autocompaixão. A depressão, assim como outras condições de saúde mental, pode ser uma jornada desafiadora, afetando profundamente a qualidade de vida. Como psicóloga clínica e psicoterapeuta Lacaniana, estou aqui para destacar como a Psicoterapia pode ser um farol de esperança em meio às tempestades emocionais.

A depressão não é apenas tristeza passageira; é uma condição complexa que pode afetar a maneira como pensamos, sentimos e agimos. Ela pode nos deixar com uma sensação avassaladora de desesperança, isolamento e exaustão. Entretanto, a depressão é tratável, e a Psicoterapia desempenha um papel fundamental na jornada de recuperação.

**Aqui estão algumas razões pelas quais a Psicoterapia é essencial no tratamento da depressão e de outras condições de saúde mental:**

1. **Compreensão Profunda:** A Psicoterapia oferece um espaço seguro para explorar as raízes profundas da depressão. Trabalhamos juntos para entender as causas subjacentes e os gatilhos emocionais, permitindo uma compreensão mais profunda de si mesmo.

2. **Apoio Empático:** Como psicoterapeuta, meu compromisso é oferecer um apoio empático e sem julgamento. Estou aqui para ouvir suas preocupações, medos e anseios, criando um ambiente onde você pode se expressar livremente.

3. **Desenvolvimento de Estratégias:** Durante as sessões, trabalhamos na construção de estratégias práticas para lidar com os sintomas da depressão. Aprender a identificar e gerenciar os pensamentos negativos é uma parte fundamental desse processo.

4. **Resiliência e Autoestima:** A Psicoterapia ajuda a fortalecer a resiliência emocional e a reconstruir a autoestima. É uma jornada de autodescoberta que pode levar a uma transformação profunda e positiva.

5. **Prevenção de Recaídas:** Além de tratar a depressão, a Psicoterapia também se concentra na prevenção de recaídas. Ao aprender a reconhecer os sinais precoces e desenvolver habilidades de enfrentamento, você se torna mais capaz de manter sua saúde mental ao longo do tempo.

Portanto, para aqueles que estão considerando dar o primeiro passo em direção à Psicoterapia, saibam que vocês não estão sozinhos nessa jornada. Juntos, podemos enfrentar os desafios da depressão e trabalhar na construção de um futuro mais saudável e significativo. Não há vergonha em buscar ajuda, apenas força e determinação para buscar uma vida melhor.

(Republicação dos artigos do ano de 2021)

Burnout em Trabalhadores Homecare e Asilos

O trabalho de cuidador de idosos pode causar um alto nível de estresse e esgotamento, conhecido como Burnout. Essa condição é resultado de diversos fatores, incluindo a natureza física e emocionalmente exigente do trabalho, bem como a falta de reconhecimento e apoio adequado.

Os cuidadores de idosos desempenham um papel vital na sociedade, oferecendo cuidados e suporte aos idosos que muitas vezes não conseguem realizar tarefas diárias por conta própria. No entanto, esse trabalho pode ser extremamente desafiador, tanto física quanto emocionalmente.

Do ponto de vista físico, os cuidadores de idosos muitas vezes têm que lidar com tarefas que exigem esforço físico, como movimentar os idosos, auxiliá-los nos banhos e realizar atividades domésticas. Essas atividades podem levar a leses musculares e dores crônicas, aumentando o desgaste físico dos cuidadores.

Além disso, o trabalho de cuidador de idosos é emocionalmente exigente. Os cuidadores muitas vezes desenvolvem vínculos com os idosos que cuidam e podem enfrentar situaçes difíceis, como doenças, deterioração da saúde mental e até mesmo a morte dos idosos. Essas situaçes podem ser emocionalmente desgastantes e contribuir para o desenvolvimento do Burnout.

Outro fator que contribui para o aumento do Burnout entre os cuidadores de idosos é a dificuldade de qualificar e quantificar a produção desse trabalho. Ao contrário de outras profisses, os cuidadores muitas vezes não têm metas ou indicadores claros de desempenho, o que pode levar à sensação de falta de propósito e realização profissional. Essa falta de reconhecimento e recompensa pode aumentar ainda mais o estresse e a exaustão dos cuidadores.

Diante desses desafios, é crucial que os cuidadores de idosos recebam o apoio necessário para lidar com o Burnout. Isso inclui programas de suporte emocional, treinamento adequado, políticas de trabalho equilibradas e reconhecimento da importância do seu trabalho na sociedade.

Em suma, o trabalho de cuidador de idosos pode causar um alto nível de Burnout devido à fisiologia do trabalho, que envolve tanto esforço físico quanto emocional, e também à dificuldade de qualificar e quantificar a produção. É fundamental que sejam implementadas medidas para apoiar e proteger os cuidadores, a fim de garantir sua saúde e bem-estar, além de reconhecer a importância vital do seu trabalho.

Mais textos e Questionários:

People are raving about how much easier it is to read with ‘bionic reading’ font https://flip.it/o_PEBZ

O “bionic reading” é uma fonte de texto projetada para ajudar as pessoas a se concentrarem e lerem mais rapidamente. A fonte destaca as partes mais concisas das palavras, permitindo que os olhos se movam mais rapidamente de palavra em palavra. Embora não haja estudos citados sobre esse método de leitura, há muitos relatos de pessoas que o acham útil, especialmente aquelas com dificuldades de foco ou atenção. No entanto, a eficácia pode variar de pessoa para pessoa, pois todos têm cérebros que funcionam de maneira diferente. A “bionic reading” pode ser uma ferramenta útil para algumas pessoas que desejam melhorar sua experiência de leitura.

Emotional stability and rational thinking are key to fake news detection, study finds https://flip.it/grdcrh

A nova pesquisa sugere que dois modelos psicológicos desempenham um papel fundamental na compartilhamento e detecção de notícias falsas em uma ampla gama de tópicos. O estudo, publicado na Frontiers in Psychology, descobriu que níveis mais altos de instabilidade emocional estavam associados ao compartilhamento de notícias falsas, enquanto níveis mais elevados de pensamento racional estavam associados à capacidade de detectar notícias falsas em plataformas como o Facebook e o Twitter.

As notícias falsas, que incluem desinformação e propaganda, sempre estiveram presentes, mas se tornaram mais prevalentes e prejudiciais devido ao uso generalizado de plataformas de mídia social para compartilhamento de informações. Pesquisas mostram que as notícias falsas podem levar a resultados negativos, como perda de confiança pública, aumento da polarização e tomada de decisões ruins. Portanto, é importante melhorar a detecção de notícias falsas e mitigar seu impacto.

Embora pesquisas anteriores tenham se concentrado principalmente em notícias falsas altamente políticas e partidárias, os autores do novo estudo buscaram examinar notícias falsas do dia a dia, não partidárias, em diversos tópicos, como crime, economia, educação, saúde e imigração. Eles estavam particularmente interessados em identificar um perfil psicológico associado à crença em notícias falsas, o que poderia permitir o desenvolvimento de intervenções melhores para reduzir a probabilidade de pessoas espalharem informações falsas.

“As notícias falsas têm a capacidade de minar a confiança em nossos sistemas políticos, e por isso precisamos saber mais sobre que tipo de pessoas compartilha e que tipo de pessoas consegue detectar notícias falsas, e onde elas podem fazer isso (por exemplo, Facebook vs Twitter vs Instagram vs Whatsapp). Existem modelos psicológicos específicos que podem prever o comportamento de compartilhamento e detecção?” disse o autor do estudo, Mark P. Shephard, professor sênior na Universidade de Strathclyde.

Para o estudo, os pesquisadores recrutaram 82 estudantes universitários da Escola de Governo e Políticas Públicas e pediram que completassem várias tarefas online.

Na tarefa de comportamento de compartilhamento, os participantes receberam uma lista de notícias, algumas reais e outras falsas, que cobriam diversos tópicos, como crime, economia, educação, etc. As notícias se concentravam em um tipo de notícia falsa que não era abertamente partidária ou relacionada a eventos sociopolíticos importantes.

Os participantes foram instruídos a ler cada item cuidadosamente e indicar se o compartilhariam nas redes sociais. Se decidissem compartilhar, também deveriam especificar qual plataforma usariam, como Facebook, Twitter, Instagram ou WhatsApp.

O estudo também incluiu medidas psicométricas para avaliar as habilidades cognitivas e traços de personalidade dos participantes. O teste de reflexão cognitiva (CRT) avaliou sua capacidade de pensar criticamente e sobrepor respostas intuitivas, mas incorretas. O teste de estilo de pensamento racional avaliou sua inclinação para o pensamento racional. A escala de estabilidade emocional mediu sua resiliência emocional.

Após completar a tarefa de comportamento de compartilhamento e as medidas psicométricas, os participantes foram informados de que algumas das notícias que encontraram eram falsas. Eles foram então solicitados a revisitar cada item e avaliar, em uma escala de 1 a 7, quão provável era que o item fosse falso.

Mesmo indivíduos considerados bem informados, como estudantes universitários de ciência política, compartilharam uma grande quantidade de notícias falsas. “Até grupos dos quais menos esperaríamos cair em notícias falsas (estudantes universitários de ciência política) o fazem (com 32% de notícias falsas do dia a dia compartilhadas em média)”, observou Shephard.

Os pesquisadores descobriram que indivíduos com menor estabilidade emocional eram mais propensos a se envolver em comportamentos de compartilhamento de notícias, independentemente da veracidade das notícias. Isso sugere que a estabilidade emocional desempenha um papel na propensão a compartilhar notícias. Por outro lado, a capacidade de pensamento racional foi um preditor significativo de identificação correta de notícias falsas.

O Facebook e o Twitter foram identificados como as principais plataformas para compartilhar notícias falsas. Notícias falsas sobre saúde e crime eram mais propensas a serem compartilhadas no Facebook, enquanto notícias falsas sobre saúde tinham um efeito significativo de compartilhamento no Twitter. Em contraste, houve uma taxa de compartilhamento menor para notícias relacionadas à imigração em todas as plataformas, indicando que isso apela principalmente a indivíduos com interesses específicos nesse tópico.

Os pesquisadores também encontraram variações na capacidade de detectar notícias reais e falsas em diferentes domínios de tópicos. Os usuários geralmente eram melhores em identificar notícias reais, exceto no caso de notícias relacionadas à imigração, onde havia mais relutância em acreditar em qualquer notícia. Em relação à detecção de notícias falsas, os usuários tendiam a atribuir erroneamente notícias falsas sobre saúde como notícias reais, destacando a importância de lidar com desinformação relacionada à saúde.

Psychologists have identified a pervasive illusion that has existed for at least 70 years https://flip.it/TegCbj

Um conjunto de estudos revelou que as pessoas tendem a acreditar que a moralidade declinou ao longo do tempo, independentemente da década ou país em que vivem, e que tendem a pensar que o declínio começou por volta do momento em que nasceram. Isso sugere que existe uma ilusão generalizada de declínio moral que é resultado, pelo menos em parte, de dois vieses psicológicos comuns.

Os pesquisadores analisaram dados de pesquisas em diversos países e encontraram que a maioria das pessoas acredita que a moralidade diminuiu, mesmo ao longo de décadas, e que essa percepção se mantém consistente há muitos anos.

No entanto, os estudos não encontraram evidências reais de declínio na moralidade. Pelo contrário, a percepção de declínio moral parece ser alimentada por vieses psicológicos, como a exposição seletiva a informações negativas sobre a moralidade atual e a memória seletiva de eventos positivos do passado. Isso cria uma ilusão de declínio moral.

Em resumo, as pessoas geralmente acreditam que a moralidade está em declínio, mas essa crença não é sustentada por evidências reais. Em vez disso, é resultado de vieses psicológicos que levam as pessoas a se concentrarem em informações negativas e a lembrarem seletivamente de eventos positivos do passado.

The Psychology of Conspiracy Theorists: More Than Just Paranoia https://flip.it/PjbjMG

Um novo estudo explora a psicologia complexa dos teóricos da conspiração, atribuindo suas crenças a uma combinação de traços de personalidade e motivações.

O estudo sugere que os teóricos da conspiração não são necessariamente “mentalmente doentes”, mas frequentemente recorrem a teorias conspiratórias para satisfazer necessidades não atendidas e racionalizar o sofrimento. Analisando dados de 170 estudos com mais de 158.000 participantes, identifica a necessidade de entender e sentir-se seguro em seu ambiente e um senso de superioridade sobre os outros como fatores-chave.

Além disso, traços de personalidade, como paranoia, insegurança, impulsividade e egocentrismo, foram encontrados comuns entre os teóricos da conspiração.

As pessoas podem ser propensas a acreditar em teorias conspiratórias devido a uma combinação de traços de personalidade e motivações, incluindo uma forte dependência da intuição, um senso de antagonismo e superioridade em relação aos outros e ameaças percebidas em seu ambiente.

Os resultados do estudo fornecem uma imagem detalhada do que impulsiona os teóricos da conspiração, de acordo com a autora principal Shauna Bowes, estudante de doutorado em psicologia clínica na Universidade Emory.

Os teóricos da conspiração não são necessariamente “mentalmente doentes”, como frequentemente são retratados na cultura popular. Muitos recorrem às teorias conspiratórias para atender necessidades motivacionais não satisfeitas e dar sentido ao sofrimento e à deterioração.

A pesquisa foi publicada on-line no periódico Psychological Bulletin.

Pesquisas anteriores sobre o que impulsiona os teóricos da conspiração geralmente olharam separadamente para a personalidade e motivação. O estudo atual buscou examinar esses fatores juntos para chegar a uma explicação mais unificada do porquê as pessoas acreditam em teorias conspiratórias.

Para fazer isso, os pesquisadores analisaram dados de 170 estudos envolvendo mais de 158.000 participantes, principalmente dos Estados Unidos, Reino Unido e Polônia. Eles se concentraram em estudos que mediram as motivações ou traços de personalidade associados ao pensamento conspiratório.

Os pesquisadores descobriram que, de forma geral, as pessoas eram motivadas a acreditar em teorias conspiratórias por uma necessidade de entender e se sentir seguras em seu ambiente e uma necessidade de sentir que a comunidade com a qual se identificam é superior aos outros.

Apesar de muitas teorias conspiratórias parecerem fornecer clareza ou uma suposta verdade secreta sobre eventos confusos, a necessidade de um senso de fechamento ou controle não era o principal motivador para endossar teorias conspiratórias.

Em vez disso, os pesquisadores encontraram algumas evidências de que as pessoas eram mais propensas a acreditar em teorias conspiratórias específicas quando eram motivadas por relacionamentos sociais.

Os pesquisadores também descobriram que pessoas com certos traços de personalidade, como um senso de antagonismo em relação aos outros e altos níveis de paranoia, eram mais propensas a acreditar em teorias conspiratórias.

Aqueles que acreditavam fortemente em teorias conspiratórias também eram mais propensos a ser inseguros, paranóicos, emocionalmente voláteis, impulsivos, desconfiados, retraídos, manipuladores, egocêntricos e excêntricos.

Os cinco grandes traços de personalidade (extroversão, agradabilidade, abertura, consciência e neuroticismo) tinham uma relação muito mais fraca com o pensamento conspiratório, embora os pesquisadores tenham dito que isso não significa que os traços de personalidade gerais sejam irrelevantes para a tendência de acreditar em teorias conspiratórias.

Shauna Bowes disse que pesquisas futuras devem ser conduzidas com a consciência de que o pensamento conspiratório é complicado e que existem variáveis importantes e diversas a serem exploradas nas relações entre o pensamento conspiratório, motivação e personalidade para entender a psicologia geral por trás das ideias conspiratórias.

People who misidentified other facial emotions for happiness are more likely to think others are flirting with them https://flip.it/GUptzT

Um estudo recente envolvendo jovens descobriu que aqueles que têm dificuldade em identificar corretamente a expressão facial de felicidade tendem a superestimar comportamentos de flerte por parte de outras pessoas. Essa tendência é especialmente notável quando os indivíduos confundem surpresa, nojo ou raiva com felicidade. O estudo destaca a conexão entre o reconhecimento de expressões faciais e percepções de flerte e interesse sexual.

A pesquisa revela que a interpretação incorreta do interesse sexual por parte da vítima é um fator importante em casos de assédio sexual. Isso é mais provável em sociedades e grupos onde a comunicação do interesse sexual é velada em vez de direta, e sinais pouco claros são usados para indicar flerte.

Os rostos e as expressões faciais são uma das formas mais importantes de comunicação das emoções e atitudes humanas. Interpretação de expressões faciais é essencial para entender corretamente os sentimentos e intenções de outras pessoas, incluindo flerte e interesse sexual.

O estudo descobriu que participantes que confundiram emoções como felicidade no reconhecimento de expressões faciais tendiam a superestimar os níveis de flerte em videoclipes, independentemente do gênero das pessoas envolvidas. Isso ocorreu principalmente devido à interpretação incorreta de surpresa, nojo e raiva como felicidade. A tendência de superestimar o flerte também foi mais pronunciada em participantes que demoraram mais para reconhecer as expressões faciais.

Essas descobertas destacam a importância do reconhecimento preciso de emoções em interações sociais e suas implicações nas percepções de flerte e interesse sexual. No entanto, o estudo tem limitações, incluindo o fato de que todos os participantes eram jovens, e os resultados podem não se aplicar igualmente a outras faixas etárias.

Sense of Purpose May Shield Against Loneliness https://flip.it/p4zhRh

Um novo estudo envolvendo mais de 2.300 adultos suíços descobriu que ter um senso de propósito na vida, independentemente de sua natureza, pode ser uma defesa robusta contra a solidão. As pessoas que levam uma vida com propósito relataram sentir menos solidão, independentemente de sua idade. Isso destaca a importância de encontrar significado em todas as fases da vida, especialmente na terceira idade.

O estudo revelou que a solidão era menos comum em pessoas que tinham uma vida com propósito, independentemente de sua idade. Embora atividades que envolvem interações sociais possam fornecer um senso de propósito, o estudo enfatiza que combater a solidão vai além de simplesmente estar na companhia de outras pessoas. Ter um senso de propósito parece combater a solidão, independentemente de quantas pessoas estejam envolvidas.

O estudo também observou um aumento ligeiro nos relatos de solidão em pessoas com mais de 70 anos, destacando a importância de encontrar um propósito na terceira idade. No entanto, é importante lembrar que buscar um propósito na vida não precisa ser algo grandioso, pois até mesmo pequenas coisas podem importar.

Portanto, ter um senso de propósito na vida pode ser uma maneira eficaz de combater a solidão, independentemente da idade, mas é essencial não levar isso tão a sério a ponto de causar estresse. Encontrar significado em coisas pequenas que importam para você também é válido.

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